MIL AMORES QUE AMEI
Sinto-me tão lisonjeado por tê-la;
Tu és a eleita da minha vida e de sempre;
É de louvar esse gesto, ó Deus;
Confesso, amo-te com amor de Zeus;
Confessar-te-ei que da minha vida;
Foram milhares e milhares de amores;
Que amei, acidentalmente com romores;
Sem saber que tu séria minha querida;
Tu que és a minha cara metede;
Tanto esconder-se minha metade te achou;
Nesse planeta com boiões de habitante;
Esse é o nosso destino desde à décadas;
Foi este, que tanto vi Deus grafando;
Naquelas páginas brancas.
Autor: Franklim de Manguião
[O Banquente de Platão]
Maputo-11/03/2019