Sou vigilante
Sou vigilante solidário;
De farda estou trabalhando
Da core completamente fardado;
De olhos abertos num canto;
Estou no meu posto de serviço;
Olvido tudo é a hora do serviço;
No centurião algema na mão arma;
Estou velando tudo eu;
Meio dia trabalho até noite;
Calor e frio são inexistente;
Vinte quatro horas;
Prontamente estou resposta armada;
Vejo o fim e nascer do dia;
Cantar do muenhe eu no meu canto;
Eu de pé na minha estadia;
Faço do meu trabalho meu sustento;
Sou vigilante;
Vigilante com orgulho.
Autor Franklim de Manguião
1 de maio - Mocuba
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