Franklim de Manguião estudante e sonhador de ser escritor moçambicano

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Foi sem nada dizer

Foi sem dizer nada;
Fiquei cá sem nada;
Que paradeiro amada;
Pousa minha mimada;

Seu silêncio é silêncio;
Tristeza eu estou triste;
Sem força e sacio;
De tudo que meteste;

Teu vazio é vazio;
Meu corpo só tu cabe bem;
Para fazer-me de pousio;
Não vejo ninguém;

Fiquei sem saber nada;
Que estado ficarei nada;
Só sei que foi zangada;
E sem dizer nada.

Autor: Franklim de Manguião
Quando chega o dia do inferno
04-05/09/2018

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