PERDOE-NOS, OH PAI
Oh pai das indústrias alcoólicas
Perdoe-nos das nossas vicissitudes desta vida
Tão frágeis e paupérrimos são os nossos corações
Somos irresistíveis a esses sabores espumadas
Oh pai das indústrias alcoólicas
Sabemos muito bem dos códigos de hamurambi
Àquelas decretadas nas garrafas que só dezoito
Mas tão bom é a Savana, 2M, a Mânica e o Lord Gin
Ignoramo-las pois não resistimos espumas no copo
Bebemo-las para amainar as tristezas e achar a paz
Também por imitação ou procuramos a diversão
Mas perdoe-nos, Oh pai das indústrias alcoólicas.
Autor: Franklim de Manguião
(Não vender bebidas alcoólicas aos menores de 18 anos)
Maputo, aos 24 de Dezembro de 2021.