Errei sim errei, confesso;
Fiz coisas nesta terra infazíveis;
Labiritei num labirinto dos infalíveis;
No vácuo deixei a cabeça do caraças ao acaso.
Errei sim errei, confesso;
Fiz lacrimejar lágrimas dos "kotas";
Por ocultar verdades cruas todas;
Deixei de ser bozinho, confiado, exemplo e criei alta tensão em excesso.
Nem penso em me suicidar, mano;
Nem abandonar a minha família divina;
Então sou humano se errar é humano.
E rogo a Deus que meus dias acrescem;
Para que possa pagar cá na terra salina;
Cada erro por mim cometido e sentem.
Autor: Ce Cedilha.
A Confissão in textos do calabouço.
(Maduvula-II, VIII, Set.2024)
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