Franklim de Manguião estudante e sonhador de ser escritor moçambicano

sábado, 15 de dezembro de 2018

Balada na chuva do verão

BALADA NA CHUVA DO VERÃO

Depois de tando solar do sol que sente
A chuva principia cair em segundos
Ela traz orvalho e frío os pingos
Já é frío no geral, não há quente

O agasalho já não dá ao corpo o que carece
Vou ao quarto deito-me, o cobertor me abraça
chega pouco, falta tu me cobrir com tua asa
A lembrança deixa-me a pensar de você

No fundo ouço as lindas faixas de Leonardo
Com titulo chuva de verão,
Foi só uma chuva de verão...
Meu amor se eu fosse você... eu viria te socorrer

Os cobertores e objectos do meu quardo
Cantavam o coro e aplaudiam para mim
De saudedes, ofusquei-me naquele evento
A chuva foi retardando e as musicas também

Agora (...)
Mas tudo acabou e coração dizia cade você

Autor: Franklim de Manguião
Baladas]  penúltimo poema meu
14/12/2018

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