Franklim de Manguião estudante e sonhador de ser escritor moçambicano

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Chamara-me primeira sorte

CHAMARAM-ME DE PRIMEIRA SORTE

Na união dos meus pais;
Eu nasce como primeiro nós entre;
Naquele sangue, sêmen e ventre;
Meu pai e amada mãe que me quis;

Sou filho aprediz deles com orgulho;
Comigo, a vida deles deu lição a mente;
Que ter filho é semear uma semente;
Nessa terra e amanhã colher de olho;

A eles sou a primeira semente;
Que plantado na terra e germinou;
Cresce com o regar paulatinamente;

A eles sou a primeira sorte;
Chamaram-me nossa primeira sorte;
Da casa, orgulho-me dessa sorte.

Autor: Franklim de Manguião
Caíu para mim essa benção in sonetos
Mocuba 06/12/2018

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