Franklim de Manguião estudante e sonhador de ser escritor moçambicano

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Em ti, o que rouparam de mim.

Em ti, o que roubaram de mim.

Estou cá cismando infelizmente
Angústia, sucumbi-me tristemente
Fatiguei mil vezes de pedir socorro
Já ninguém ouve meu choro

Jurei milhões e milhões de vezes
Que só tu me basta, talvez
Iria te amar até ao fim do mundo
Mas hoje você se foi e fiquei embatucado

Em ti, o que roubaram de mim
Tua feição de andar, teu amar
Tua feição de me pegar, tua acarinhar
Seus abraços e beijos doces, aih de mim!

Tudo de ti  roubaram, quiçá
Vida (...) até destino, nossa!
Deixou-me como um pneu sem ar
Carregou contigo infelizmente o ar

Quando te conhece
Usei as fontes históricas
E comecei a edificar a minha
Perdi as fontes e fiquei apático.

Autor: Franklim de Manguião
Em ti o que roubaram em mim.
Maputo. 14/08/2019

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