Em ti, o que roubaram de mim.
Estou cá cismando infelizmente
Angústia, sucumbi-me tristemente
Fatiguei mil vezes de pedir socorro
Já ninguém ouve meu choro
Jurei milhões e milhões de vezes
Que só tu me basta, talvez
Iria te amar até ao fim do mundo
Mas hoje você se foi e fiquei embatucado
Em ti, o que roubaram de mim
Tua feição de andar, teu amar
Tua feição de me pegar, tua acarinhar
Seus abraços e beijos doces, aih de mim!
Tudo de ti roubaram, quiçá
Vida (...) até destino, nossa!
Deixou-me como um pneu sem ar
Carregou contigo infelizmente o ar
Quando te conhece
Usei as fontes históricas
E comecei a edificar a minha
Perdi as fontes e fiquei apático.
Autor: Franklim de Manguião
Em ti o que roubaram em mim.
Maputo. 14/08/2019
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