Brisas sopram sem devidas direcções
Batem inocentes corpos bem despidos
Caem lágrimas, há agasalhos há consolações
Mais consolo encontram no cobertor os líquidos
Não há quem não sente normalmente
Este sentimento que é visível
Todos imploram pelo calor lentamente
A seiva do coração goteja a cada dia vivível
E então, o soprar desta brisa traz nostalgias
De um amor vivido num outro inverno
Lágrimas já não gotejam por congelo deste inferno
E o que resta mais? A força das nostalgias.
Autor: Franklim de Manguião
(Estou num inferno?)
Maputo 25 de Junho de 2022
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