Franklim de Manguião estudante e sonhador de ser escritor moçambicano

domingo, 28 de agosto de 2022

Uma homenagem à Quelimane

OH QUELIMANE, NOSSA TERRA MÃE 

Oh Quelimane, nossa terra mãe, felizmente  
Oh mãe terra, de te, a sua história nos orgulha 
Orgulhosamente é contar e sempre será cantada 
De dias em anos, décadas, séculos e até sempre 

Oh mãe, sua história encanta os cantos do Índico
Sob ponto de várias perspectivas pode ser recitada  
Mas nunca perde a forma ou essência histórica 
Aliás, na diversidade encontramo-la, percebemo-la 
Disto, há fontes orais, escritas e até matérias 

Oh Quelimane, Kalimani ou Chuabo 
Tão bem teu nome é curiosidade histórica  
Brotaste no vale do Zambeze e nos rios de Qua-qua
E mais daquele arbusto que chamaram de Chuambo
Que cresceu nas terras do sal e albergou povos 

Oh mãe terra, sabemos curiosamente que 
Da Gama contemplou-te quando perdeu os sinais
Numa magna missão e teu rio chamou de bons sinais
De te usufruiu os seus frutos e sua hospitalidade 
O pingo do teu mel quase fê-lo olvidar da missão 

Oh Quelimane, nossa graça e terra mãe 
De te passaram os Tugas, os Persas, os Hindos, 
 Chinesses, os árabes e contemplaram sua pulcritude 
O senhor São Martinho habitou nas suas terras 
Um dia herdaste o seu nome de vila São Martinho 
De tantos ritos que passaste, hoje és Quelimane 

 Foste um dia terra das Copras, ta’bém da literatura 
Não só literatura mas também dos revolucionários 
Hoje cresce, oh tu, mãe Quelimane, cresça mãe  
Continue a educar seus filhos com suas axiologias
De te, louvamos-te e feliz crescer, mãe Quelimane. 

Autor: Franklim de Manguião
(Uma homenagem a Quelimane, Maputo, 21.08.2022.

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