VI E CONDENEI BEM
Vi maldades que carregava aquele homem
Descarregou na pele da mulher como trombeta
Sem aplaudível justificativa que acorrenta
Senti arrepios na pele e condenei bem
Vi pegar qualquer coisa aquele homem
Que achava naquele caminho curto ao percorrer
Lançava que nem uma lança nela ao correr
No corpo da mulher e condenei bem
Quiçá quis saber o por quê chegar tarde, ela
Quiçá pensou que estava a fazer o papel dela
Quiçá quis dar mais atenção não sei não.
Confusão, aquele homem com veemência
Infelizmente quis resolver tudo com violência
Esqueceu-se que a violência não constrói não.
Autor: Franklim de Manguião.
Poesia de concurso 1, julho de 2020.
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