ESQUECEM ME SERVIR
Esquecem me servir das canduras deles
Coisas da vida que hoje os proporcionou
Vejo-os irem e voltam a rastejar da barraca
Inconscientemente, esquecem os seus trilhos
Sem pudicícia, esquecem me servir
Beijos que se dão na rua a Luz do dia
Carnes que esbanjam a uma mordida
Moedas que desaguentam bolsos de pesos
Esquecem me servir as suas festas
Cervejas, as maças tapadas na meia-lua
Eu cá consinto, nada vejo e moro na inveja
Mas rezado que meu dia abeire e não os servirei.
Autor: Franklim O de Madia
(Digam servidos pha in meus cadernos de poesias)
06 de Setembro de 2021
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