PRANTO NO CORAÇÃO
Jornadeei nas alturas do mar descalço
A meia-lua em direcção a Lua lentamente
Seguia nela os trechos largos perdidamente
Ilusão iludiu-me a mente de pasmo que calço
Uma ida infinita da Lua levar me deixei
Cronometrar o tempo e as estrelas me olvidei
Ausentou-se a sombra que me acobertava
O calor do Sol no interior de mim queimava
Olhei ao redor desta jornada em desamor
Vozes inexistentes de gargalhadas cantavam
Que “coração é criança no âmago dentro de nós”
Retorci ao tempo mas já era fim da jornada.
Autor: Ce Cedilha
(Nossos desejos infinitos)
Maputo 18 de Agosto de 20 21
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